Relato de caso clínico: epistaxe posterior refratária em gestante
DOI:
https://doi.org/10.70614/vv420j97Palabras clave:
Epistaxe, Complicações na gravidez, Agitação psicomotora, Humanização da assistência, Cirurgia bucomaxilofacialResumen
A epistaxe severa durante o período gestacional configura uma intercorrência médica complexa, impulsionada pelas amplas alterações hormonais e hemodinâmicas do terceiro trimestre, Os quadros de sangramento posterior refratários representam emergências críticas com elevado risco de morbidade materno fetal, este artigo baseia-se no manejo de uma paciente com 37 semanas de gestação, apresentando ssangramento ativo de difícil controle, agravado por picos de pressão arterial,e pela severa agitação psicomotor e nao colaboração da paciente, discutem-se anatomia vascular a epidemiologia da epistaxe e o arsenal terapêutico, descrito na literatura.O trabalho aprofunda análise soba ótica da psicologia e da abordagem humanizada, evidenciando como o medo e a hipóxia desencadeiam repostas neurofisiológicas que perpetuam a hemorragia. Destaca-se a necessidade de adaptar os protocolos para pacientes fóbicos culminando na falha do método sonda de foley diante da agitação e no sucesso da técnica alternativa de tamponamento com dedo de luva cirúrgica. Enfativa-se o limite da atuação da Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilo Facial(CTBMF) e a necessidade imprescindivel da retaguarda da Otorrinolaringologia e da Obstétrícia
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Referencias
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