Split mouth cirúrgicas com implante unitário em diferentes zonas da maxila: relato de caso

Autores

  • Blendow Félix de Melo Pereira Faculdade do Amazonas - IAES Author
  • Márcio Langbeck Castelo Branco Faculdade do Amazonas - IAES Author
  • Fernando dos Santos Gonçalves Junior Faculdade do Amazonas - IAES Author
  • Alberto Tadeu do Nascimento Borges Faculdade do Amazonas - IAES Author
  • Zobélia Maria de Souza Lopes Faculdade do Amazonas - IAES Author

DOI:

https://doi.org/10.70614/agnmgd69

Palavras-chave:

Osseointegração, Implantação dentária endóssea, Implantes dentários, Levantamento do assoalho do seio maxilar, Fibrina rica em plaquetas

Resumo

Na implantodontia contemporânea, as variações técnicas na colocação de implantes na maxila refletem avanços voltados à previsibilidade, funcionalidade e estética. A escolha da técnica depende da anatomia local, condições sistêmicas, quantidade e qualidade óssea do paciente. A osseointegração ocorre, em média, entre dois e três meses, seguida da instalação protética. O implante unitário é indicado para reposição de um único dente, preservando estruturas adjacentes. Em situações selecionadas, o implante pode ser instalado imediatamente após a exodontia. Quando há deficiência óssea, procedimentos de enxertia são necessários para garantir estabilidade. A elevação do seio maxilar é indicada em regiões posteriores com perda óssea acentuada. O uso de PRF pode favorecer a cicatrização e a integração óssea. Condições sistêmicas, como hipertensão e sinusite, aumentam o risco de complicações cirúrgicas. Contudo, o objetivo deste trabalho foi relatar um caso desafiador destacando a importância de um diagnóstico preciso, tratamento adequado, demostrando as variações técnicas e a habilidade cirúrgica como determinantes do sucesso terapêutico.

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Publicado

2026-02-20